quarta-feira, 23 de março de 2011

A maior história jamais contada!

"A espiritualidade, é um termo específico que, na realidade, significa o lidar com a intuição.
Na tradição teísta, há a noção de apego a um conceito. Um certo acto é considerado como inaceitável por um principio divino. Outro acto é considerado como aceitável pelo divino, ou o que o valha!
No entanto, na tradição do ateísmo, inferimos que os casos históricos não são particularmente importantes. O que é realmente importante é o “aqui e agora”.
O agora, é definitivamente agora. Nós tentamos viver aquilo que está disponível ali, no momento. Não faz sentido pensar que existe um passado que poderíamos ter agora.
Isto é agora, este preciso momento. Nada místico, apenas agora, muito simples e directo. E desse “agora”, contudo, emerge sempre um sentido de inteligência, de que estamos constantemente em interacção com a realidade, um por um, lugar por lugar, constantemente.
Nós, na realidade, vivemos sempre um fantástica precisão, mas sentimo-nos ameaçados pelo “agora”, e então saltamos para o passado ou para o futuro.
Prestando atenção aos bens materiais que existem na nossa vida, esta vida rica que nós levamos, todas as escolhas tomam lugar a todo o momento, mas nenhuma delas é considerada boa ou má, pois todas as coisas que vivemos são experiências incondicionais, não tem rotulo a indicar “isto é mau” ou “isto é bom”. Mas nós as vivemos e não lhes damos a devida atenção. Não nos damos conta de que estamos a ir para algum lugar. Achamos isso entediante, e então, esperamos até estarmos mortos!Isso é um problema. Isto é não confiarmos propriamente no “agora”, nem que aquilo que vivemos agora, possui muitas coisas poderosas. É tão poderoso, que nós somos incapazes de enfrentá-lo e, consequentemente, temos que emprestar do passado e convidar o futuro a todo o momento. E talvez seja por isso que procuramos a religião. Talvez seja por isso, que marchamos pelas ruas. Talvez seja por isso, que nos queixamos á sociedade. Talvez seja por isso que votamos em presidentes.
É bastante irónico… muito engraçado na verdade!"
Mestre budista (Chogyam Trungpa Rimpoche)


O Sol!
Desde o ano 10000 a.C., abundam na história pinturas e escritos que reflectem o respeito e a adoração dos povos pelo astro Rei.
É simples entender o porquê, com o seu aparecimento todas as manhãs, trazendo a visão, calor e segurança, salvando do frio e do breu da noite repleta de predadores. Sem Ele, todas as culturas perceberam que não haveria colheitas, nem vida no planeta. Estas realidades, fizeram do Sol, o objecto mais adorado de todos os tempos.
Da mesma forma, os povos antigos estavam também atentos às estrelas. Estas formavam, e formam, padrões que lhes permitiam reconhecer e antecipar eventos que ocorrem de tempos a tempos, tais como eclipses e luas cheias. Eles catalogaram grupos celestiais naquilo que conhecemos hoje como constelações.

A Cruz do Zodíaco.
As primeiras civilizações não só seguiam o Sol e as estrelas, como também as personificavam através de mitos, envolvendo os seus movimentos e relações.
O Sol, com o seu poder criador e salvador, foi também personificado à semelhança de um Deus todo poderoso, conhecido como “o Filho de Deus”, Luz do Mundo”, “Salvador da Humanidade”.
As 12 constelações representaram lugares de viagem para o Filho de Deus, e foram nomeados, e são normalmente representados por elementos importantes da natureza que ocorrem nesse período de tempo, por exemplo Aquário, o portador da água, que traz as chuvas da primavera.
Este, é Horus!

Ele é o Deus Sol do Egipto, por volta de 3000 a.C. Ele é o Sol, antropomorfizado, e a sua vida é uma série de mitos alegóricos que envolvem o movimento do Sol no céu.
Dos antigos hieróglifos Egípcios, muito foi descoberto sobre este Messias solar. Por exemplo, Horus, sendo o Sol, ou a Luz, tinha um inimigo, o Deus Set. Set era a personificação das trevas, ou da noite, e metaforicamente falando, todas as manhãs Horus ganhava a batalha contra Set, enquanto ao anoitecer, Set ganhava a batalha contra Horus.
É importante frisar que, “Trevas vs Luz” ou “Bem vs Mal”, tem sido a maior dualidade mitológica omnipresente, utilizada de muitas formas ainda nos dias de hoje.
No geral, a história de Horus é a seguinte:
-Horus nasceu a 25 de Dezembro, 3000 a.C., da virgem Isis-Meri;
-O seu nascimento foi acompanhado por uma estrela no leste, que por sua vez foi seguida por 3 Reis em busca do Salvador recém nascido;
-Aos 12 anos era já professor, um prodígio, e aos 30 foi baptizado por uma figura conhecida por Anup, e assim começou o seu reinado;
-Horus tinha 12 discípulos, que viajaram com ele;
-Fez milagres, tais como curar os doentes e andar sobre a água;
- Ele era conhecido por vários nomes, tais como a Verdade, a Luz, o Filho adorado de Deus, Bom Pastor, Cordeiro de Deus, entre muitos outros;
-Depois de ser traído por Tifão, Horus foi crucificado e morto;
-3 dias depois, ressuscitou…
Estes atributos de Horus, originais ou não, parecem influenciar várias outras culturas mundiais e muitos outros Deuses encontrados com a mesma estrutura mitológica.
Krishna, da Índia, nasceu da virgem Devaki em 900 a.C. com uma estrela no ocidente assinalando a sua chegada. Fez milagres com os seus discípulos, e após a sua morte, ressuscitou.
Dionísio, da Grécia, nasceu a 25 de Dezembro, 500 d.C. Foi um peregrino que praticou milagres como transformar a água em vinho. É conhecido como “Rei dos Reis”, “Filho pródigo de Deus”, “Alfa e Ómega”, entre muitos outros. Após a sua morte, ressuscitou.
Mithra, da Pérsia, nasceu de uma virgem, a 25 de Dezembro 1200 d.C. Teve 12 discípulos, fez milagres, e após a sua morte, foi enterrado e ressuscitou 3 dias depois. Era conhecido como “a Verdade”, “a Luz”, entre muitos outros.
“Existiram” inúmeros salvadores, em vários períodos do tempo, em todo o mundo, que preencheram estas mesmas características.
A questão mantém-se, porquê estes atributos?Porquê o nascimento a partir de uma virgem no dia 25 de Dezembro?

Porquê a morte, e a ressurreição, inevitavelmente após 3 dias.
Porquê os 12 discípulos ou seguidores?
Para descobrir, vamos examinar o mais recente dos Messias solares.
Jesus Cristo
Tornou-se pregador aos 12 anos, e aos 30, foi baptizado por João Baptista, e assim começou o seu sacerdócio. Jesus teve 12 discípulos com os quais viajou, praticando milagres como curar as pessoas, andar sobre a agua… É conhecido como “Rei dos Reis”, “Filho de Deus”, “Luz do Mundo”, “Cordeiro de Deus”, entre outros. Depois de traído pelo seu discípulo Judas, e vendido por 30 moedas de prata, foi crucificado e morto, tendo 3 dias depois ressuscitado, e ascendido aos céus.

Em primeiro lugar, a sequência do seu nascimento, é completamente astrológica.
A estrela no ocidente é Sírius, a estrela mais brilhante no céu nocturno que, em 24 de Dezembro, se alinha com as 3 estrelas da cintura de Orion, a constelação. Estas 3 estrelas, mais conhecidas hoje como “As 3 Marias”, ainda são chamadas, como naquela época, “Os 3 Reis”. Os 3 Reis e a estrela mais brilhante, Sírius, apontam todas para o nascer do Sol no dia 25 de Dezembro.
Esta é a razão pela qual os 3 Reis “seguem” a estrela do leste, a fim de localizarem o local do surgimento do Sol, ou o nascimento do Sol.
A virgem Maria, é a constelação de Virgem, do latim Virgo. A representação desta constelação, é uma virgem segurando um galho de trigo. Representa a casa do pão.
Outro fenómeno muito importante que ocorre em 25 de Dezembro, é o solstício de Inverno.

Do solstício de Verão ao solstício de Inverno, os dias vão-se tornando mais curtos e frios. Na perspectiva de quem está no hemisfério Norte, o Sol parece movimentar-se para Sul, aparentando ficar mais pequeno e fraco. O encurtar dos dias e o fim das colheitas, à medida que se aproxima o solstício de Inverno, simbolizava, para os antigos, a morte, a morte do Sol, e pelo dia 22 de Dezembro, a morte do Sol está cumprida. Na Verdade, o Sol, tendo-se movido continuamente para sul durante 6 meses, atinge o seu ponto mais baixo no céu nesta data, dia 22 de Dezembro. É então que ocorre um fenómeno curioso. O Sol deixa aparentemente de se movimentar para sul, e permanece ali durante 3 dias. Durante estes 3 dias de pausa, o Sol reside nas redondezas da constelação do Cruzeiro do Sul, ou Cruz do Sul, e passados estes 3 dias, em 25 de Dezembro, o Sol move-se 1grau, desta vez para Norte, anunciando assim e proporcionado dias maiores, calor e a Primavera.
Sendo assim, podemos dizer que o Sol morreu na cruz (Cruzeiro do Sul), esteve morto durante 3 dias, apenas para ressuscitar, ou nascer mais uma vez.
Esta é razão pela qual Jesus, assim como muitos outros Deuses do Sol, partilham a ideia da crucificação, morte por 3 dias e o conceito da ressurreição. É o período de transição do Sol antes de mudar para a direcção contrária, no hemisfério Norte, trazendo a Primavera, e com ela a salvação.
No entanto, não se celebra a ressurreição do Sol até ao equinócio da Primavera (Páscoa), isto porque, é no equinócio da Primavera que o Sol domina oficialmente a noite, o Mal, as Trevas, à medida que os dias se tornam maiores que as noites, proporcionando o revitalizar da vida, que emerge com a Primavera.
Provavelmente, a analogia mais obvia de todas nesta simbologia astrológica em torno de Jesus, é a dos 12 discípulos. Eles são simplesmente, as 12 constelações do Zodíaco, em que Jesus, sendo o Sol, viaja com eles. De facto, o numero 12 está sempre presente ao longo da Bíblia. “As 12 tribos de Israel”, “12 filhos de Jacob”, 12 juízes de Israel”, “12 profetas”, “12 Reis”.


Cruz do Zodíaco
Esta Cruz do Zodíaco, não era uma mera representação artística, ou ferramenta para seguir os movimentos do Sol. Era também um símbolo espiritual pagão, uma iconografia semelhante a isto:
Isto não é um símbolo do Cristianismo. É uma adaptação pagã da cruz do Zodíaco. O paganismo é um termo referente ás várias formas de religiosidade não Judaico-Cristãs. É por isso que Jesus, inicialmente, era representado com a sua cabeça na cruz, porque Jesus é o Sol, Filho de Deus, a Luz do Mundo, o Salvador a erguer-se, que “voltará”, assim como faz todas as manhãs.
Das muitas metáforas astrológicas ou astronómicas na Bíblia, uma das mais importantes, tem a ver com o conceito de “Eras”.
Através das escrituras, há inumeras referências à Era. Para compreender isto, precisamos primeiro de nos familiarizar com o fenómeno da precessão dos equinócios.

Os antigos Egípcios, assim como outras culturas anteriores, aperceberam-se que aproximadamente a cada 2150 anos, o nascer do Sol durante o equinócio da Primavera, ocorre num signo diferente do Zodíaco, devido à lenta oscilação angular da Terra enquanto gira sobre o seu eixo. É chamado precessão porque as constelações vão para trás, em vez de permanecerem no seu ciclo anual normal. É um movimento retrógrado. O tempo que demora até a precessão ter passado por todos os 12 signos do Zodíaco, é de 25765 anos. Este ciclo completo, é também chamado “Grande Ano”, e algumas civilizações ancestrais estavam conscientes disso. Referem-se a cada ciclo de 2150 anos como uma Era.
De 4300 a.C. a 2150 a.C., foi a Era de Touro. De 2150 a.C. a 1 d.C., foi a Era de Carneiro. De 1 d.C. a 2150 d.C. é a Era de Peixes, a Era em que permanecemos ainda nos dias de hoje. Por volta do ano 2150, entraremos na nova Era, e Era de Aquário.
Na Bíblia há referências, por alto, ao movimento simbólico durante 3 Eras, enquanto se vislumbra já uma quarta. No antigo testamento, quando Moisés desce do monte Sinai com os 10 Mandamentos, fica perturbado ao ver o seu povo a adorar um “bezerro de ouro”. De facto, ele até partiu as pedras dos 10 Mandamentos, e disse a todos para se matarem uns aos outros para se purificarem, e obterem assim a bênção do Senhor, como é descrito no Êxodo 32.
A maior parte dos estudiosos da Bíblia, atribuem esta ira de Moisés ao facto de os Israelitas estarem a adorar um falso ídolo. A realidade , é que o bezerro de ouro representa Touro, a Era de Touro, e Moisés representa a nova Era, de Carneiro. Perante esta nova Era de Carneiro, todos têm de largar a Era anterior, a era de Touro.
Outras divindades também marcam esta mudança, tal como Mithra, um Deus Pré-Cristão que mata o Touro, na mesma linha simbólica.
Jesus é a figura portadora da Era seguinte à de Carneiro, a “Era de Peixes”, ou “os dois Peixes”. o simbolismo de Peixes é abundante no novo testamento.“Assim como Jesus alimenta 5000 pessoas com pão e dois peixes”
No inicio, enquanto caminhava pela Galileia, conhece 2 pescadores que o seguem.

Provavelmente, já todos vimos um adesivo “Jesus-Peixe” na traseira dos automóveis. Poucos sabem o que aquilo representa na realidade…
É um símbolo astrológico pagão para o reinado do Sol durante a Era de Peixes.
Jesus assumiu que a data do seu nascimento é a data do ínicio desta Era. Em Lucas 22:10, quando Jesus é questionado pelos discípulos sobre onde deverá ser feita a sua última Páscoa, Jesus responde:

“Quando entrardes na cidade, um homem com uma bilha de água virá ao vosso encontro. Segui-o até à casa onde ele entrar.”
Esta escritura é, de longe, a mais reveladora de todas as referências astrológicas. O homem que leva uma bilha de água, é Aquário, o portador da água, que é sempre representado por um homem a despejar uma porção de água. Ele representa a Era depois de Peixes, e quando o Sol, Filho de Deus, sair da Era de Peixes, Jesus entrará na casa de Aquário, e Aquário é posterior a Peixes na precessão dos equinócios. Tudo o que Jesus diz, é que depois da Era de Peixes, chegará a Era de Aquário.
Todos já ouvimos falar sobre o fim do Mundo. Esquecendo o lado figurativo explícito no livro do apocalipse, a espinha dorsal desta ideia surge em Mateus 28, onde Jesus diz:
“Eu estarei convosco, todos os dias, até ao fim do Mundo.” Contudo, na tradução inglesa da Bíblia, a palavra “world”(Mundo), está mal traduzida, assim como muitas outras más traduções. A palavra realmente usada era “Aeon”, que significa Era.
“Eu estarei convosco, todos os dias, até ao fim da Era.”
Vamos dizer isto, a aproximadamente 100 milhões de pessoas na América, que acreditam que o “fim do Mundo” está a chegar. Além disso, o facto de Jesus ser literalmente e astrologicamente híbrido, só demonstra o plágio do Deus-Sol Horus, do Egipto, que Jesus é.




Por exemplo, inscrito à 3500 anos atrás, nas paredes do templo do Luxor no Egipto, existem imagens da anunciação, da imaculada concepção, do nascimento e adoração de Horus. Começam com o anúncio à virgem Ísis, de que ela irá conceber Horus, que Nef, o espírito santo, irá engravidar a virgem. Depois vem o parto e a adoração.
Esta é exactamente a mesma história da concepção de Jesus. Na verdade, as semelhanças entre as religiões Egípcia e Cristã são intrigantes, e inúmeras. E o plágio é contínuo.
A história de Noé e da sua arca, é tirada directamente das tradições. O conceito de dilúvio é comum a todas as antigas civilizações, em mais de 200 diferentes citações, em diferentes períodos de tempo. Contudo, não será preciso ir muito além na fonte pré-cristã, para encontrar a Epopeia de Gilgamesh, escrita em 2600 a.C.. Esta história, fala sobre grandes inundações mandadas por Deus, uma grande arca com animais salvos, até o libertar e o retornar da pomba… tudo isto em concordância com a história Bíblica, entre muitas outras semelhanças.
Existe até a história plagiada de Moisés.
Sobre o nascimento de Moisés, diz-se que ele foi colocado numa cesta de vime e lançado ao rio, para evitar o infanticídio. Ele foi depois salvo por uma filha da realeza, e criado por ela como um príncipe.
A história deste bebé numa cesta, foi retirada do mito de Sargão, da Acádia, que nasceu por volta de 2250 a.C.. Sargão foi posto numa cesta de rede e lançado ao rio, para evitar o infanticídio. Foi depois salvo por Akki, uma esposa da realeza Acádia, que o criou como um príncipe.


Moisés é conhecido como legislador, portador dos 10 Mandamentos e da lei Mosaica. No entanto, a ideia de lei a ser passada de um Deus para um profeta, numa montanha, é antiga.
Moisés, é só mais um legislador, numa longa linha de legisladores na história mitológica.
Na Índia, Manou foi o grande legislador.
Na ilha de Creta, Minos ascendeu ao monte Ida, onde Zeus lhe deu as leis Sagradas.
No Egipto, era Mises que tinha nas suas pedras tudo o que Deus lhe disse.
Manou, Minos, Mises, Moisés…
E a respeito destes 10 Mandamentos, foram todos eles plagiados do “Presságio 125” do Livro dos Mortos, do antigo Egipto, sofrendo pequenas alterações, tais como:
“Eu nunca roubei…” tornou-se “Não roubarás…”
“Eu nunca matei…” tornou-se “Não matarás…”
“Eu nunca menti…” tornou-se “Não mentirás…”
E assim sucessivamente...


De facto, a religião Egípcia é, no fundo, a base fundamental da teologia Judaico-Cristã.
Baptismo, vida após a morte, julgamento final, imaculada concepção, ressurreição, crucificação, Arca da Aliança, Salvador, comunhão sagrada, dilúvio, Páscoa, Natal, e muitas outras coisas e atributos, são ideias Egípcias, nascidas muito antes do Cristianismo ou do Judaísmo.
Justin Martyr, um dos primeiros historiadores e defensores cristãos, escreveu:
“Quando nós dizemos que Jesus Cristo, nosso mestre, foi concebido sem união sexual, crucificado, morto, e que ressuscitou e ascendeu aos céus, nós não propomos nada de muito diferente do que vocês acreditam a respeito dos filhos do Deus Júpiter.”
"Quando o rei dos deuses, Júpiter, se apresentou abertamente à sua amante, esta caiu fulminada. Júpiter tomou então o feto e colocou-o na sua barriga da perna, onde terminou a gestação."
Noutro escrito, Justin Martyr diz:
“Ele nasceu de uma virgem, tal como o que se acredita do Deus Perseus.”

É óbvio que Justin, assim como outros historiadores cristãos, souberam que o Cristianismo era semelhante a outras religiões pagãs. No entanto, Justin tinha uma solução:
“Até onde sabemos, é obra do Diabo.”
O Diabo, teve a malícia de chegar primeiro que Cristo, e criou estas características no mundo pagão…
  
Cristianismo fundamentalista… fascinante! Eles pensam que o Mundo tem o quê, 12000 anos??? A sério?…

A Bíblia, não é nada mais nada menos que um híbrido literário astro-teológico, tal como todos os mitos religiosos que a antecederam.
De facto, o aspecto de transferência de atributos de umas personagens para as outras é facilmente reconhecida na própria Bíblia.
No antigo testamento, há a história de José. José, era um protótipo de Jesus.
José nasceu de um milagre; Jesus nasceu de um milagre.
José tinha 12 irmãos; Jesus tinha 12 discípulos.
José foi vendido por 20 moedas de prata; Jesus foi vendido por 30 moedas de prata.
O irmão Judá, sugere a venda de José; o discípulo Judas, sugere a venda de Jesus.
José começou o seu trabalho aos 30 anos; Jesus começou o seu trabalho aos 30 anos.
Os paralelismos são contínuos.
Já agora, não deveria haver algum registo não Bíblico da existência de alguém chamado Jesus, filho de Maria, que viajou com 12 seguidores e curou pessoas milagrosamente?
Existiram muitos historiadores que viveram no Mediterrâneo durante esse período, e até mesmo após a presumível morte de Jesus.
Quantos desses historiadores fizeram relatos sobre a figura de Jesus Cristo?
Nenhum!!!

Porém, e para ser justo, não significa que os defensores da existência de Jesus Cristo nunca tenham reclamado o contrário. Quatro são particularmente referidos como pioneiros sobre a teoria da existência de Jesus.
Plínio, “o jovem”, Seutónio e Tácito, foram os 3 primeiros. Cada uma das suas entradas, ou máximas, consiste apenas em algumas frases em que, na melhor das hipóteses, se refere a “Christus”, ou “Cristo”, o que na realidade não é um nome, mas sim um titulo. Significa o “Ungido”, o “Consagrado”, o “Escolhido”.
A quarta fonte é Flávio Josefus, cujos documentos, ficou provado, foram falsificados séculos atrás, mas infelizmente, ainda são vistos como verdadeiros.
É sensato pensar que um homem que renasceu dos mortos, ascendeu ao reino dos céus diante de todos, e que fez tantos milagres como os que lhe são atribuídos, poderia facilmente fazer tudo isto deixando registos históricos, mas não o fez, isto porque, pesadas as evidências, há uma grande probabilidade de a figura conhecida como Jesus, nunca ter existido.

“A religião Cristã é uma paródia da adoração ao Sol, na qual colocaram um homem chamado Cristo, prestando-lhe a adoração inicialmente concedida ao Sol.
(Tomas Paine 1737-1809)

Não pretendo ser indelicado, mas temos que ser factuais. Não pretendo magoar sentimentos, mas devemos ser academicamente correctos naquilo que compreendemos e sabemos ser verdadeiro. O Cristianismo, pura e simplesmente, não é baseado em verdades. O cristianismo foi apenas uma história Romana, desenvolvida politicamente.
A realidade, é que Jesus foi a divindade solar do sector gnocista cristão, e tal como outros deuses pagãos, ele era uma figura mítica. Foi o poder politico estabelecido que atribuiu estatuto histórico à figura de Jesus, tendo como objectivo o controlo social.
Por volta de 325 d.C., em Roma, o Imperador Constantino convocou o “Concílio Ecuménico de Niceia”. foi nesta reunião que, doutrinas Cristãs , motivadas por interesses políticos, foram estabelecidas. E assim começou uma longa “História Cristã", de derramamento de sangue e fraude espiritual. Nos 1600 anos seguintes, o Vaticano manteve uma politica de estrangulamento em toda a Europa, conduzindo-a a um período de obscurantismo, através de eventos como as cruzadas e a inquisição.

O Cristianismo, bem como todas as crenças teístas, é a fraude da Era.
Serviu para afastar os seres humanos do seu meio natural, bem como uns dos outros. Sustenta a submissão cega do ser humano a uma autoridade supostamente divina. Reduz a responsabilidade humana sob a premissa de que Deus controla tudo, e que os crimes mais terríveis podem ser justificados em nome da perseguição divina. E mais importante, dá poder àqueles que sabem a verdade, mas usam o mito para manipular e controlar as sociedades.

O mito religioso, é o mais poderoso dispositivo de controlo mental jamais criado, e serve como substrato psicológico, sobre o qual outros mitos podem florescer.
“A religião nunca reformará a humanidade, porque a religião, é escravidão.”
(Robert G. Ingersoll 1833-1899)


Origem "Zeitgeist Final"

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

HAARP Project

HIGH FREQUÊNCY ACTIVE AURORAL RESEARCH PROGRAM
(PROGRAMA DE INVESTIGAÇÃO DE AURORAS ACTIVAS DE ALTA FREQUÊNCIA)


O HAARP, é um projecto de investigação financiado pela força aérea dos estados unidos, marinha e a universidade do Alasca, com o propósito de "entender, simular e controlar os processos ionosféricos que poderiam mudar o funcionamento das comunicações e sistemas de vigilância".
E o que é isto de processos ionosféricos?
Como a palavra indica, são processos que ocorrem na ionosfera, uma camada (composta por muitas outras) da terra que se localiza entre os 60 e os 1000 km de altitude. Esta é composta por íons, plasma ionosférico, e devido à sua composição, reflecte ondas de rádio até aproximadamente 30 MHz. É graças a esta camada ionosférica que é possível efectuar comunicações via rádio. O emissor envia para a atmosfera estas ondas de rádio, que são nada mais nada menos que ondas ou radiações electromagnéticas, ondas que são refractadas na ionosfera e posteriormente recebidas no receptor.
No caso do HAARP, o processo é semelhante, mas de certa forma, extremamente diferente, e perigoso. O HAARP consiste no conjunto de 180 antenas organizadas em 15 colunas de 12 unidades cada. Este "aglomerado" de antenas consegue irradiar uma energia de 3980MW, funcionando como um aquecedor da ionosfera. Através da emissão de ondas electromagnéticas, modifica a composição molecular da região escolhida, ampliando as concentrações de ozono, nitrogénio e outros gases, provocando assim o aquecimento ionosférico, e consequentemente alterações do clima (sendo que este seria um dos seus propósitos). No entanto, as ondas electromagnéticas emitidas por este complexo de antenas tem um vasto leque de frequências que podem ser emitidas para os mais diversos propósitos, tais como:
-Alterar o clima em regiões seleccionadas;
-Fazer scanners do interior da terra;
-Comunicações com submarinos a grandes profundidades;
-Detecção e destruição de projecteis balísticos (mísseis)...
Nestes casos, olhando pela perspectiva positiva da coisa, visto que por outro lado, tem capacidades completamente destrutivas, sendo que já foi apelidado de "A Nova Caixa de Pandora".
Controlo da mente humana é uma delas, através da emissão de ondas de interferências electromagnéticas (EMI), na mesma faixa de baixa frequência do cérebro humano (ELF) de aprox. 435MHz, podendo induzir alterações do comportamento como excitação, depressão, medo, suicídio...
Outra das suas aplicações, é o já nosso conhecido EMP (Electro Magnétic Pulse), uma bela bélica ferramenta, utilizado para desabilitar equipamentos electrónicos.
Mas de todas as suas utilidades, perversas ou não, a que mais de enquadra no "Modus Operandis" dos Estados Unidos da América, é a capacidade que o HAARP tem de criar terramotos, através do uso de frequências de som que causam ressonâncias nas placas tectónicas, dando assim origem a sismos e tsunamis... E o que é que precisa um país atingido por um tsunami? Infra-estruturas, reconstrução, o que gera lucros enormes a quem os proporciona. E quem os proporciona? USA, que imediatamente coloca as suas forças no terreno! Que conveniente... É uma táctica diferente da usada no Iraque e Afeganistão (que já deu o que tinha a dar), mas igualmente eficaz, talvez até mais ainda, pois quem lhes pode apontar o dedo? Acreditam mesmo que o tsunami que atingiu o Chile foi um acidente?
 O uso do HAARP provoca auroras boreais (coisa só vista naturalmente lá para a Gronelândia), devido ás alterações moleculares provocadas na ionosfera, e momentos antes do terramoto e consequente tsunami, houve filmagens e relatos de auroras boreais nessa mesma zona, num país equatorial... Coincidência?

E para os aficionados por Comand & Conquer, aqui está o Ion Cannon!!!
http://www.youtube.com/watch?v=LCMDg-ST7FY&feature=related

Origem
http://www.haarp.alaska.edu/haarp/gen.html
http://historiaoculta911.blogspot.com/2009/12/haarp-o-que-e-e-o-que-pode-causar.html
http://en.wikipedia.org/wiki/High_Frequency_Active_Auroral_Research_Program

sábado, 30 de outubro de 2010

Origens do Halloween


Na Irlanda do século V (a.C), o dia 31 de outubro fazia parte de um conjunto de quatro datas comemorativas do calendário celta que marcava a transição das estações, o período de plantação e colheita, e o ciclo vital da Terra. A primeira data era celebrada no dia 2 de Fevereiro (conhecido como O Dia da Marmota), em honra a deusa da cura Brigith. No mês de maio celebrava-se o Beltane, considerado o dia que iniciava a temporada de semear. Nesta data realizavam-se rituais de fertilidade e prosperidade para incentivar o crescimento da lavoura. A terceira data ocorria em agosto: a festa da colheita em reverência ao deus sol Lugh. Finalmente, no dia 31 de outubro celebrava-se um feriado denominado Samhaim, que marcava o final do ano celta em honra ao deus pagão Samhan (Senhor dos Mortos), também o fim do verão e início do inverno.
A expressão Halloween tem origem na contração errônea da expressão inglesa All Hallows Eve (que significa Dia de Todos os Santos). Esta data foi instituída pelo Papa Bonifácio IV, e era celebrada no dia 13 de maio. Porém, em 835 o Papa Gregório III alterou o Dia de Todos os Santos para o primeiro dia de novembro. Sua intenção era unir as crenças cristãs e pagãs, aproximando as datas comemorativas. Outro objetivo do Papa era apaziguar os conflitos entre esses povos no noroeste europeu. Assim, os cristãos celebravam o dia dos santos falecidos no dia posterior ao rito pagão do Senhor dos Mortos. Desta forma, a expressão Halloween tornou-se sinônimo da celebração pagã de 31 de outubro.
O Samhaim é cercado de mitos e crenças que influenciavam a cultura dos povos europeus desde o período pré-cristão. Nesta data, os Druidas (sacerdotes celtas) reuniam-se e realizavam rituais dançando em torno de uma fogueira e oferecendo o sacrifício de animais. O caldeirão também era utilizado simbolizando o útero, e a abundância da Deusa Mãe.
Neste dia, acreditava-se que todas as relações de tempo e espaço ficavam suspensas, pois o 31 de outubro não pertencia ao ano velho, tampouco ao novo ano que se iniciava. Desta forma, os espíritos desencarnados podiam retornar ao mundo dos vivos e se apossarem dos corpos. Para evitar esta aproximação, era comum apagar todas as tochas e fogueiras das aldeias, de modo que o ambiente ficasse escuro, frio e hostil. Os habitantes vestiam-se com trajes fantasmagóricos e vagavam pelas ruelas em desfiles barulhentos, a fim de amedrontar e espantar os espíritos que procuravam corpos a serem possuídos.
Outro costume da tradição celta, constituía em oferecer alimentos aos espíritos malignos para que estes não interferissem negativamente em suas vidas. Com o passar do tempo esta prática foi modificada, e os alimentos eram dados aos mendigos. Em troca, eles oravam pelas almas dos entes mortos dos aldeões. Na Irlanda, eram organizadas procissões para angariar oferendas dos agricultores. Aqueles que se recusassem, teriam suas colheitas amaldiçoadas pelos espíritos; uma chantagem que originou o Trick or Treat (travessuras ou doces). Quando este costume foi levado pelos imigrantes irlandeses para a Nova Inglaterra (Estados Unidos), as principais travessuras baseavam-se em escrever nos muros das casas e retirar a tranca dos portões.
A partir do século IX, os cristãos europeus adotaram uma prática semelhante denominada Souling. Naquela época, acreditava-se que as almas dos mortos permaneciam um período no limbo, e só alcançariam o reino divino através de muitas orações. Assim, no dia 2 de novembro os cristãos perambulavam pelas vilas oferecendo orações pelas almas dos mortos. Em troca, os familiares davam tortas de pão com groselha chamadas Soul Cakes. Além dos cristãos, os romanos também absorveram influências da religiosidade celta. Mas à medida que a idéia das possessões foi perdendo espaço, o conceito que envolvia a crença foi transformado em uma tradição folclórica.
Atualmente, o Halloween é um evento essencialmente comercial inserido em vários países. Mesmo tendo origem na Europa, sua popularização deve-se principalmente a influência da cultura norte-americana em todo mundo. Em termos mercantis, é uma das datas mais lucrativas, onde existe um crescimento considerável nas vendas de fantasias, máscaras e outros artigos relacionados.

Por Spectrum

A sociedade e o mundo em constante mudança.

Vivemos num Mundo em constante mudança, numa sociedade regida por leis, valores e interesses mutáveis, que condicionam a nossa forma de vida.
Esta mutação de valores e interesses, manifesta-se em transformações politicas, sociais, ideológicas, culturais, científicas, institucionais e até ambientais, ou será caso dizer, e consequentemente ambientais.
Desde sempre o Homem sentiu necessidade de evoluir, estar um passo à frente, e tem com isto decorrido ao longo dos séculos uma evolução progressiva, diria mesmo que lenta, em equilíbrio com o ambiente. No entanto, com a viragem do milénio, acabaríamos por experimentar uma evolução abrupta, essencialmente na área da tecnologia e ciência, que acabaria por levar a exageradas transformações culturais, politicas, ambientais e maioritariamente sociais.
Exemplo disto é a inovação das tecnologias no sector agrícola. Até há pouco tempo atrás, décadas de 70 e 80, a agricultura era de certa forma bastante rudimentar, baseando-se essencialmente no esforço físico humano e de animais, num role de práticas e costumes que está actualmente praticamente extinto, devido a estas inovações. Máquinas e aparatos substituem hoje as mãos e os braços que outrora cultivavam a terra.
Há melhorias? Sim, sem dúvida. É o progresso
Mas há também perdas, principalmente culturais. Vivemos num país com uma forte cultura agrícola, ou melhor, com uma tradição ligada á agricultura, que está agora em vias de extinção, caída no esquecimento do interior, e sugada pelo êxodo rural.
Este avanço das novas tecnologias manifestou-se também na area da ciência, com os avanços da medicina, o aumento do conhecimento sobre a condição humana, assim como se manifestou também na área das comunicações, com inúmeras inovações tecnológicas que permitem novas formas de interacção social.
Ciberespaço, digitalização, Internet, são termos cada vez mais usados na sociedade. Vivemos numa era de cultura digital, onde o e-mail substitui a carta, o telemóvel substitui o aperto de mão, e o bip o olá.
Quem pensaria há 20 anos atrás, em poder fazer uma chamada com imagem digital para o outro lado do mundo? Sequer para o vizinho do lado, e no entanto, hoje é possível, isso e muito mais.
Foram quebradas barreiras geográficas, o que permite uma maior fluidez de hábitos sociais e culturais entre os povos do mundo, que acaba por conduzir a profundas alterações sociais e, obviamente culturais nos mesmos.
A perda de contacto pessoal a que estes novos hábitos conduzem é imensa, e já está entranhada na sociedade. São novas formas de sociabilidade, que por sua vez não chegam a todos, não fossem os factores económicos falar mais alto.
Sim, visto que existe ainda uma faixa social sem capacidade económica para usufruir destas novas tecnologias, sendo assim, de certa forma, arrastada para minorias étnicas, privadas destas novas formas de sociabilidade, e por isso excluídas.
É importante também falar da Internet, a World Wild Web.
O Mundo é hoje bem mais pequeno graças a essa comunidade global, onde se processa uma troca frenética de culturas, onde quase tudo é possível.
No entanto, todos sabemos que a mente humana não pára de nos surpreender, e a Internet veio dar azo a intolerâncias da sociedade, e todo um lado negro se revelou.
Pedofilia, burlas, etc. Rapidamente invadiram todo o sistema, poluindo-o com infindáveis sites , refugiados na segurança do anonimato.
A verdadeira decadência da sociedade.
Se por um lado, caminhamos para uma utopia, por outro lado, mergulhamos na decadência, e a necessidade de alterações politicas é agora gritante, e inevitável.
O Dinheiro faz mover o mundo, e a afluência a esses sites pagos é imensa, o que revela uma sociedade sem escrúpulos, onde os valores são cada vez mais deturpados, visando cada vez mais o factor económico, a qualquer custo.
Tudo por dinheiro, é assim que a máquina funciona.
O Homem nasce, evolui, consome os recursos ambientais à sua volta, como melhor proveito lhe der, e depois muda-se, deixando um rasto de destruição, como se de uma forma de vida parasitica se tratasse.
E é isto que o Homem vem fazendo ao longo das ultimas décadas, pois tanta evolução, tanta necessidade de estar mais á frente tem-se manifestado numa total perda de respeito pelo nosso ambiente, e estamos a degrada-lo a uma velocidade tremenda.
Com isto, surgem mais alterações politico-ideológicas, medidas de prevenção e protecção da natureza, medidas por vezes tardias.
Todos já ouvimos falar no aquecimento global, e no entanto, continua a ser-nos tão alheio, tão problema dos outros.
Poderão tais transformações ambientais ser ignoradas?
É este o mundo em que queremos viver?
E quando já não houver mundo?

"Marco Cameirão"

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Mito do 11 de Setembro

Terrorismo: 1) Sistemático uso de terror, manifestado por violência ou intimidação, para gerar medo.
Terrorismo: 2) Técnica usada pelos governos, para manipular a opinião pública, no cumprimento de uma agenda.

O atentado de 11 de Setembro de 2001 é, sem sombra de dúvida, uma das maiores farsas politicas de sempre. É impressionante a generalizada ignorância da população mundial face aos contornos deste suposto ataque terrorista. Os factos, as provas, são claros como água, água que o governo dos Estados Unidos da América tem vindo a turvar desde sempre, na tentativa de iludir toda uma nação , população mundial até, contra um inimigo comum, o Terrorismo.

19 Terroristas, dirigidos por Osama Bin Laden, capturaram 4 aviões comerciais, despistaram o sistema de defesa aérea NORAD, e atingiram 75% dos seus alvos.
As torres 1, 2 e 7 do World Trade Center caíram em estilo “panqueca” devido à falha estrutural causada pelo fogo, enquanto o avião que atingiu o Pentágono se vaporizou devido ao impacto, assim como o que caiu em Shanksville.
A Comissão 911 descobriu que não houve nenhuma espécie de aviso para este acto, enquanto múltiplas falhas governamentais impediram uma defesa adequada.

Sem aviso

“Ninguém neste governo, nem no anterior, poderia prever aviões colidindo com edifícios.”
                                     George W. Bush

Capa do Manual de resposta ao Terrorismo da FEMA, 1997.
Operação "MASCAL", Outubro de 2000:
Simulação de colisão de um avião com o Pentágono.

Sem aviso? Sem previsão? Ninguém poderia prever este tipo de acontecimentos, palavra de George Bush...
Então estas simulações foram o quê?

19 terroristas
O terrorista do ar, Mohammed Atta, recebeu numa transferência via Paquistão, a quantia de 100 mil dólares, provenientes de Ahmed Omar Saeed Sheikh, que admite ter sido ajudado pelos serviços secretos do governo Paquistanês (ISI), cujo director é o General Mahmood Ahmad.
Nunca se procurou saber por que razão, o General Ahmad permitiu que fossem dados 100 mil dólares a Atta.
Na manhã de 11 de Setembro de 2001, membros do governo dos Estados Unidos, estavam a tomar o pequeno almoço com o General Ahmad, em Washington…
A comissão de inquérito 911, considerou o financiamento dos ataques como de pequena importância prática no seu relatório. (BOA!!!)
Outro factor importante, é o facto de não existir nos manifestos de voo dos aviões em questão, nenhum dos nomes dos “supostos” terroristas, nem sequer constam nomes árabes neles…
Ainda assim, foi alegadamente (E MIRACULOSAMENTE) encontrado nos destroços do World Trade Center, o passaporte, intacto, de um dos terroristas. De notar, que este passaporte resistiu às altas temperaturas que “supostamente” derreteram a estrutura metálica dos edifícios…(VALENTE PAPEL!!!)
Nem chamuscado ficou!
Mas a cereja no cimo deste bolo, é que o dono deste passaporte está vivo… assim como alguns, pelo menos 6, dos alegados terroristas. (SABE DEUS O QUE ACONTECEU AOS OUTROS).

Osama Bin Laden

Não existe uma única prova que ligue Osama Bin Laden ao atentado de 11 de Setembro.
A única informação que remete para a sua alegada ligação a este atentado, é um vídeo, alegadamente encontrado no Afeganistão, onde Bin Laden reivindica a autoria dos ataques.
No entanto, o homem neste vídeo, definitivamente não é Osama Bin Laden, e as diferenças entre eles são claramente visíveis, quando comparadas com algumas imagens e vídeos do verdadeiro Bin Laden. Pele mais escura, queixo e nariz maiores… este vídeo é sem duvida, mais uma prova forjada.
Em 1976, o irmão mais velho de Osama, Saleem Bin Laden, contratou um homem no Texas, chamado Jim Bath, para gerir nos Estados Unidos os investimentos da família Bin Laden. Jim Bath, é também amigo de longa data de George W. Bush.
As ligações entre as famílias Bush e Bin Laden tornam-se ainda mais claras quando George Herbert Walker Bush fez viagens à Arábia Saudita em 1998 e 2000, para se encontrar com a família Bin Laden, em nome da companhia chamada Carlyle Group. Na manhã de 11 de Setembro de 2001, George H. W. Bush teve uma reunião com Shafig Bin Laden, irmão mais velho de Osama, reunião esta a propósito da Carlyle Group, que é uma das maiores empresas no ramo da defesa, e que continua a colher grandes lucros da “Guerra ao Terrorismo”, no Afeganistão e no Iraque.

Pentágono
Nos destroços da colisão de um “avião” contra o Pentágono, não se encontram bancos, bagagem ou corpos. Nada além de um amontoado de tijolos e pedras.
A explicação dada como oficial, é a de que o intenso calor resultante da combustão do combustível do avião, vaporizou o avião inteiro…(TIPO MAGIA!!!)
O avião em questão, tinha 2 motores Rolls Royce, com um peso de 6 toneladas cada, feitos de uma liga de aço e titânio. É cientificamente impossível que estes dois motores tenham sido vaporizados pelo calor da combustão. No entanto, houve informação de que corpos foram identificados, através de impressões digitais e ADN.
E com isto pergunto: - Então o fogo vaporizou 12 toneladas de uma liga de aço e titânio, e não vaporizou carne e ossos, corpos humanos? (SOMOS DE UMA FIBRA IGUAL À DO PASSAPORTE!!!)
Aliado a isto, existe o facto de os vídeos das câmaras de vigilância do Pentágono, que mostrariam claramente o que O atingiu, foram imediatamente confiscadas pelo FBI. Se foi um avião, então qual a razão para estas imagens não virem a público? Porque razão se recusa, ainda hoje, o departamento de justiça a revelar estas imagens?

Shanksville

No local da queda do “voo 93”, as únicas “coisas” visíveis, são um buraco no chão, e arvores partidas. Nada no local leva a crer que se tenha despenhado um avião ali.

Destroços em Shanksville
                   Destroços da queda de um avião na Nigéria 

                                                                                                                                   
            Alguma Dúvida?

World Trade Center Torres 1, 2 e 7
A explicação do governo para o colapso das torres 1, 2 e 7, foi o fogo.
No entanto, nunca nenhum edifício com estrutura metálica desabou por fogo, antes ou depois do 11 de Setembro.
As características do colapso dos 3 edifícios encaixam-se perfeitamente na tese de que foi uma demolição controlada.
A teoria oficial apresentada pelo governo dos Estados Unidos, é a teoria da “Panqueca”, segundo a qual o fogo, apesar de não derreter o aço da estrutura, aquece o suficiente para que os pisos superiores enfraquecidos pela colisão do avião, se soltem da estrutura metálica, iniciando uma reacção em cadeia de queda destes vários pisos superiores. No entanto, seguindo esta teoria, seria suposto ver entre os destroços uma pilha de andares destruídos, rodeando um eixo de colunas metálicas no centro, que se ergueria a uma altura razoável, uma vez que o fogo não destruiria totalmente a estrutura metálica de cada uma das torres. Em vez disso, o que encontramos entre os destroços, são vigas metálicas cirurgicamente cortadas em cunha, tal como se faz nas demolições.
Seis semanas após o colapso, foram detectados nos destroços pontos de calor de 1100ºC, o que é 260ºC acima da temperatura de combustão do combustível de jacto, usado pelos aviões. Poças de aço derretido foram encontradas nas 3 torres, e não há menção a elas nos relatórios oficiais. Através da análise química desse aço derretido, assim como dos restantes destroços, foram encontrados vestígios de Térmite que, devido ás suas elevadas temperaturas, é usada em demolições.
Para além disso, existem também inúmeros relatos de explosões sentidas no subsolo dos edifícios, que antecederam o embate dos aviões, da mesma forma que foram visíveis explosões nos pisos inferiores, mesmo antes do colapso das torres.
E a propósito, porque é que a Torre 7 caiu, se nem sequer foi atingida por um avião? (CAIU POR SOLIDARIEDADE!!!)

NORAD
COMANDO AEROESPACIAL NORTE AMERICANO
Perante o cenário de sequestro de um avião, o procedimento da NORAD é enviar caças para o local para resolver a situação, o que ocorre normalmente num espaço de 10 minutos. No dia 11 de Setembro de 2001, decorreram 80 minutos até que os caças fossem postos no ar. Porquê?
Por “coincidência”, nesse mesmo dia estavam em curso um elevado numero de exercícios de guerra, sobrepostos e conflituantes, que envolviam falsos sinais de radar. Um desses exercícios era o “Vigilant Warrior” que, segundo a NORAD, consistia na simulação de sequestro de um avião comercial naquele mesmo momento do atentado. A sobreposição destes simulacros incapacitou a resposta da NORAD, de distinguir situações reais, de exercícios simulados.
A NORAD tem uma capacidade de resposta de 100%, e no dia em questão, falhou 4 vezes os possíveis alvos ou sequestros.(FOI UM GAJO QUE VIVE NAS CAVERNAS QUE DESORIENTOU O SISTEMA DE DEFESA AÉREA DOS ESTADOS UNIDOS!!!) Dos vários simulacros em curso nesse dia, pelo menos um envolvia colisões de aviões com edifícios. (QUE CONVENIENTE!!!) Quem estava no comando da NORAD era Dick Cheney, que se encontrava na altura, num bunker na Casa Branca.

Comissão de Inquérito 911
O governo Norte Americano afirma não conseguir localizar a origem do dinheiro que financiou o “ataque”, afirmando também que isto é irrelevante.
A queda da torre 7, nem sequer é mencionada no seu relatório.
Bush e Cheney, só se encontravam com esta comissão sob as seguintes condições:
-Aparecerem juntos;
-Não estarem sob juramento;
-Nenhuma imprensa ou familiares presentes;
-Nenhuma gravação permitida;
-Nenhuma transcrição permitida.
Porquê tanto receio?
O relatório final da comissão foi unânime, ou seja, qualquer objecção feita sobre qualquer ponto, foi excluída deste relatório. Tudo o que nele consta, teve que ser aprovado pela administração Bush.

Com um governo assim, quem precisa de terroristas???

E a propósito de terroristas, sabem quem foi outro artista que usou este tipo de estratégia política?
Foi um tipo coxo, baixote, com um bigodinho à Bocage, chamado Hitler...

Origem: Documentário Zeitgheist Final


segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Puma Punku

Situadas na Bolívia, as ruínas de Puma Punku jazem a uma altitude de quase 4 mil metros acima do nível do mar, junto daquela que poderá ser a cidade mais antiga do mundo, Tiahuanaco. Estima-se que a sua idade ronde os 17 mil anos, o que levanta sérias dúvidas quanto à capacidade humana, daquela época, de construir estruturas tão precisas como as que lá se encontram.


Em Puma Punku, existem estruturas sólidas com centenas de toneladas de peso, que são de tal forma polidas e trabalhadas com perfeição, que custa a crer que o Homem daquela altura, possuísse ferramentas capazes de fazer aquele trabalho. Cortes milimétricos precisos, furos que parecem ter sido feitos por uma máquina. Blocos megalíticos que encaixam uns nos outros com extrema perfeição, com se tratasse de um puzzle com peças de 800 toneladas.

Outra questão muito importante aqui, é a composição dessas mesmas rochas. São compostas por granito e diorito. O único material conhecido, mais duro que o diorito, ou seja, capaz de cortar e esculpir o diorito, é o diamante, e com as ferramentas usadas na idade da pedra, é pouco provável que se conseguisse concretizar um trabalho deste género. Até nos dias de hoje, com toda a nossa tecnologia, seria difícil conseguir esculpir blocos como os que se encontram em Puma Punku.

Aliado a tudo isto, vem a questão de Puma Punku se encontrar a quase 4 mil metros de altitude, e este tipo de rocha não se encontra perto das ruínas. A pedreira mais próxima, fica a cerca de 16 km do local, o que levanta ainda mais questões quanto á capacidade do Homem primitivo, daquela época, as conseguir deslocar ao longo de uma grande distância, e contra o declive da subida até ao local onde se encontram as ruínas.

Tudo isto, faz de Puma Punku um mistério por resolver.

Quem terá construído aquelas estruturas?

Com que tecnologia?

A ciência não consegue explicar Puma Punku, e por isso mesmo, está na hora de considerar outras hipóteses, que parecem cada vez mais reais.


Origem: "Ancient Aliens"